

Dengue: prevenção, vacinação e novas estratégias de controlo
O Aedes aegypti apresenta dimorfismo sexual, mas apenas as fêmeas são hematófagas, alimentando-se de sangue humano ou de outros vertebrados, o que permite o desenvolvimento dos ovos e a transmissão de doenças como Dengue, Zika, Chikungunya e Febre amarela. O ciclo de vida inclui ovo, larva, pupa e adulto, podendo completar-se em 7-10 dias. Na Madeira, o clima ameno permitiu a adaptação e persistência desta espécie desde a sua deteção em 2005 [1]. Entre 2012 e 2014 ocorreu um

Joana Moreno
há 16 horas5 min de leitura


Hantavírus: lições para a Saúde Pública
A pandemia de COVID-19 reforçou a necessidade de vigilância contínua de agentes zoonóticos com potencial epidémico e pandémico. Entre estes, os hantavírus constituem uma ameaça relevante, embora frequentemente menos mediatizada, até à ocorrência recente de um surto de doença respiratória aguda grave a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius, notificado à Organização Mundial da Saúde (OMS) a 2 de maio de 2026. Este episódio trouxe novamente para o debate internacional a importân

Mariana Ferreira
31 de mai.2 min de leitura


Novos produtos do tabaco, velhos desafios: proteger a próxima geração
Nas últimas décadas, as políticas de controlo do tabaco permitiram reduzir de forma significativa o seu consumo [ 1 ] . Contudo, este progresso enfrenta hoje um novo desafio : a expansão de produtos emergentes, como os cigarros eletrónicos, os produtos de tabaco aquecido e as bolsas de nicotina, cujo crescimento se prevê que compense em grande parte o declínio nas vendas de cigarros tradicionais [ 2 ] . Frequentemente promovidos como alternativas “menos nocivas” ou “sem fumo

André Vicente
31 de mar.4 min de leitura


Cancro colorretal - epidemiologia e estratégias de prevenção
O cancro colorretal (CCR) é uma neoplasia maligna que afeta o cólon e o reto e constitui-se como um problema de saúde pública em Portugal. A sua elevada incidência (é o 2º cancro mais frequente , após o da mama), bem como a sua mortalidade (é a 5ª causa de morte no país e o 2º cancro mais letal , após o do pulmão), justificam concentrar as estratégias oncológicas nacionais neste tumor. Esta relevância é reforçada pelo facto de 46% dos casos serem considerados potencialmente

Teresa Garcia
27 de fev.4 min de leitura



























